Eventos

Saiba quais eventos participamos ao longo da nossa jornada para posicionar o Brasil como protagonista na agenda climática global. 

COP 30 | Sistemas Alimentares

11 de Novembro de 2025

COP 30 | Bioeconomia

12 de Novembro de 2025

COP 30 | Infraestrutura

13 de Novembro de 2025

COP 30 | Finanças

14 de Novembro de 2025

COP 30 | Transição Energética

15 de Novembro de 2025

COP 30 | Transição Justa

16 de Novembro de 2025

COP 30 | Economia Circular

17 de Novembro de 2025

CASEPELOMUNDO

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EVENTO

New York Climate Week 2025

DATA

25 de Setembro de 2025

EVENTO

Rio Climate Action Week

DATA

23 de Agosto de 2025

EVENTO

B3 Climate Day

DATA

21 de Agosto de 2025

EVENTO

São Paulo Climate Week 2025

DATA

4 de Agosto de 2025

Rolar para cima

COP 30 11/11 | Sistemas Alimentares

O primeiro dia teve como tema os sistemas alimentares, destacando a agricultura regenerativa e a integração de dados como caminhos para impulsionar cadeias produtivas mais sustentáveis, eficientes e inclusivas.​

Nos painéis “Agricultura Regenerativa: mitigação, adaptação e produtividade” e “Do campo à gôndola: um olhar sobre o futuro dos sistemas alimentares”, representantes de diferentes setores discutiram como o Brasil pode fortalecer sua posição global por meio da colaboração e da inovação no agronegócio.​

As conversas reforçaram o papel da rastreabilidade, da coordenação entre segmentos e da redução do desperdício de alimentos para garantir transparência, competitividade e impacto positivo para o clima, a natureza e as pessoas.​

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COP 30 12/11 | Bioeconomia

A bioeconomia foi tema do segundo dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brasil, um tema que conecta inovação, ciência, finanças e comunidades na construção de um futuro mais sustentável.​

​No painel “Compras Sustentáveis: mobilizando a bioeconomia a partir do setor privado”, os debates mostraram como as empresas podem atuar como indutoras de novas cadeias de suprimentos sustentáveis, fortalecendo a sociobiodiversidade e ampliando a competitividade do Brasil em mercados globais.​

​Os participantes também discutiram os desafios para escalar esse ecossistema, e compartilharam uma visão de futuro em que a bioeconomia se consolida como força motora da transição climática.​

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COP 30 13/11 | Infraestrutura

O terceiro dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil destacou como a infraestrutura e a mobilidade de baixo carbono são fundamentais para acelerar a transição climática no Brasil. Os debates reforçaram o papel da eletrificação do transporte público, ampliação dos modais ferroviário e hidroviário e investimentos em biocombustíveis como um caminho possível para reduzir emissões e impulsionar o desenvolvimento.​
A plenária também evidenciou o papel decisivo do financiamento e da coordenação entre setores. Representantes da Motiva, BNDES, ITDP e Marcopolo S.A. mostraram como a soma entre inovação tecnológica, segurança de demanda, crédito direcionado e capacidade industrial permite tirar projetos do papel e escalar soluções capazes de transformar cidades e cadeias logísticas.​
Os participantes reforçaram ainda que o Brasil reúne vantagens únicas, da matriz energética às energias renováveis e aos biocombustíveis, para se tornar um protagonista global na transição, com impacto direto na geração de emprego, renda e competitividade.​

Um futuro mais sustentável passa por infraestrutura inteligente, cooperação e ação conjunta para acelerar soluções que já estão ao nosso alcance, e é pautada nesses ideias que a C.A.S.E. | Climate Action Solutions & Engagement atua.​

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COP 30 14/11 | Finanças

O quarto dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil reuniu debates fundamentais para entender como transformar planos, métricas e instrumentos financeiros em soluções reais para a transição climática.​

​Os painéis abordaram temas centrais como planos de transição, reporte, financiamento para mitigação das emissões e adaptação dos sistemas, além de uma discussão comparada sobre taxonomias sustentáveis e reflexões sobre a importância da preservação ao invés da regeneração das florestas. O dia se encerrou com o economista e professor da Columbia University, José Scheinkman.​
​Um dos pontos de destaque trouxe uma provocação necessária sobre o papel dos mercados e a efetividade dos instrumentos atuais: “O mercado de carbono precisa de regras que sejam transparentes e aceitas por todos. Hoje, não existe um sistema comum, e isso abre espaço para que o Brasil adote um modelo credível, capaz de atrair mais investimentos e dar o exemplo.”​

​Essas discussões reforçaram que transparência, articulação e integração entre mercados, além da eficiência na redução de emissões, são pilares essenciais para avançarmos. Tudo isso em plena sintonia com o propósito e os esforços da C.A.S.E. | Climate Action Solutions & Engagement de impulsionar o debate, construir caminhos concretos rumo a uma economia de baixo carbono e destacar o papel da iniciativa privada nessa transformação.​

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COP 30 15/11 | Transição Energética

O quinto dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil aprofundou discussões essenciais para entender os caminhos possíveis e urgentes da transição energética global. A programação reuniu especialistas, lideranças internacionais e representantes do setor público e privado para discutir de que modo os biocombustíveis, a mineração e questões geopolíticas podem influenciar o futuro das soluções climáticas.​

O primeiro painel, “Biocombustíveis na Arquitetura Global da Transição Energética”, trouxe perspectivas sobre o potencial estratégico dos biocombustíveis para países em desenvolvimento. Na sequência, “Mineração e a Nova Geopolítica da Transição Energética” foi dedicado a falar sobre a descarbonização do setor e sobre como o Brasil pode fortalecer sua posição nesse contexto. Além da plenária, a programação contou ainda com workshops para conectar especialistas e convidados. Juntos, puderam explorar caminhos práticos de implementação e colaboração. ​

Arunabha Ghosh, enviado especial da região do Sul da Ásia para a COP30, resumiu o sentimento compartilhado por muitas nações: “Nos países em desenvolvimento estamos por conta própria. O jeito é fazer acontecer, com os recursos que temos e até onde o nosso braço alcança.”​

Nigel Topping, CMG, Campeão de Alto Nível da COP26, reforçou a relevância da atuação brasileira no processo: “Foi a primeira vez que a presidência da COP afirmou que negociações são importantes, mas implementação e economia são igualmente importantes.”​

A programação reforçou que a transição energética depende de cooperação, visão estratégica e ação conjunta. É nessa direção que a C.A.S.E. | Climate Action Solutions & Engagement atua diariamente.​

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COP 30 16/11 | Transição Justa

O sexto dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil aprofundou debates sobre Transição Justa, reunindo especialistas nacionais e internacionais para discutir como preparar trabalhadores, comunidades e territórios para uma transformação que é ao mesmo tempo climática, econômica e social.​

Foi destacado o desenvolvimento da economia verde, que exige soluções profundamente conectadas ao contexto local e especificidades das comunidades. “O engajamento só terá sucesso se for adaptado às vulnerabilidades e às necessidades das pessoas”, afirmou Harsh Vijay Singh, reforçando que diálogos, pesquisa e colaboração são pilares essenciais para a construção de uma transição equitativa.​

Como preparar as pessoas para a economia verde, tendo como pilares a educação e a formação profissional, também foi tema de um dos painéis. Ana Inoue lembrou que 86% dos jovens brasileiros estão na educação pública e que “o Brasil é excelente em oferecer soluções educacionais, mas não consegue ter muitos projetos para gerar escala”.​

Caio Andrade Cesar 🏳️‍🌈 destacou que a qualificação da mão de obra é urgente diante da velocidade da transformação tecnológica e das barreiras de acesso, especialmente à conectividade.​

A perspectiva social também pautou as discussões. Para Gabriela Rozman, a transição ambiental exige justiça social e novas competências, abrindo espaço para oportunidades de trabalho que conciliem competitividade, inclusão e dignidade.​

Ao longo do dia, experiências concretas mostraram como empresas e comunidades já estão ampliando resiliência, diversificação econômica e proteção social, provas de que a transição climática só será possível quando ninguém ficar para trás.​

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