Eventos
Saiba quais eventos participamos ao longo da nossa jornada para posicionar o Brasil como protagonista na agenda climática global.
Saiba quais eventos participamos ao longo da nossa jornada para posicionar o Brasil como protagonista na agenda climática global.
O primeiro dia teve como tema os sistemas alimentares, destacando a agricultura regenerativa e a integração de dados como caminhos para impulsionar cadeias produtivas mais sustentáveis, eficientes e inclusivas.
Nos painéis “Agricultura Regenerativa: mitigação, adaptação e produtividade” e “Do campo à gôndola: um olhar sobre o futuro dos sistemas alimentares”, representantes de diferentes setores discutiram como o Brasil pode fortalecer sua posição global por meio da colaboração e da inovação no agronegócio.
As conversas reforçaram o papel da rastreabilidade, da coordenação entre segmentos e da redução do desperdício de alimentos para garantir transparência, competitividade e impacto positivo para o clima, a natureza e as pessoas.
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A bioeconomia foi tema do segundo dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brasil, um tema que conecta inovação, ciência, finanças e comunidades na construção de um futuro mais sustentável.
No painel “Compras Sustentáveis: mobilizando a bioeconomia a partir do setor privado”, os debates mostraram como as empresas podem atuar como indutoras de novas cadeias de suprimentos sustentáveis, fortalecendo a sociobiodiversidade e ampliando a competitividade do Brasil em mercados globais.
Os participantes também discutiram os desafios para escalar esse ecossistema, e compartilharam uma visão de futuro em que a bioeconomia se consolida como força motora da transição climática.
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O terceiro dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil destacou como a infraestrutura e a mobilidade de baixo carbono são fundamentais para acelerar a transição climática no Brasil. Os debates reforçaram o papel da eletrificação do transporte público, ampliação dos modais ferroviário e hidroviário e investimentos em biocombustíveis como um caminho possível para reduzir emissões e impulsionar o desenvolvimento.
A plenária também evidenciou o papel decisivo do financiamento e da coordenação entre setores. Representantes da Motiva, BNDES, ITDP e Marcopolo S.A. mostraram como a soma entre inovação tecnológica, segurança de demanda, crédito direcionado e capacidade industrial permite tirar projetos do papel e escalar soluções capazes de transformar cidades e cadeias logísticas.
Os participantes reforçaram ainda que o Brasil reúne vantagens únicas, da matriz energética às energias renováveis e aos biocombustíveis, para se tornar um protagonista global na transição, com impacto direto na geração de emprego, renda e competitividade.
Um futuro mais sustentável passa por infraestrutura inteligente, cooperação e ação conjunta para acelerar soluções que já estão ao nosso alcance, e é pautada nesses ideias que a C.A.S.E. | Climate Action Solutions & Engagement atua.
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O quarto dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil reuniu debates fundamentais para entender como transformar planos, métricas e instrumentos financeiros em soluções reais para a transição climática.
Os painéis abordaram temas centrais como planos de transição, reporte, financiamento para mitigação das emissões e adaptação dos sistemas, além de uma discussão comparada sobre taxonomias sustentáveis e reflexões sobre a importância da preservação ao invés da regeneração das florestas. O dia se encerrou com o economista e professor da Columbia University, José Scheinkman.
Um dos pontos de destaque trouxe uma provocação necessária sobre o papel dos mercados e a efetividade dos instrumentos atuais: “O mercado de carbono precisa de regras que sejam transparentes e aceitas por todos. Hoje, não existe um sistema comum, e isso abre espaço para que o Brasil adote um modelo credível, capaz de atrair mais investimentos e dar o exemplo.”
Essas discussões reforçaram que transparência, articulação e integração entre mercados, além da eficiência na redução de emissões, são pilares essenciais para avançarmos. Tudo isso em plena sintonia com o propósito e os esforços da C.A.S.E. | Climate Action Solutions & Engagement de impulsionar o debate, construir caminhos concretos rumo a uma economia de baixo carbono e destacar o papel da iniciativa privada nessa transformação.
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O quinto dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil aprofundou discussões essenciais para entender os caminhos possíveis e urgentes da transição energética global. A programação reuniu especialistas, lideranças internacionais e representantes do setor público e privado para discutir de que modo os biocombustíveis, a mineração e questões geopolíticas podem influenciar o futuro das soluções climáticas.
O primeiro painel, “Biocombustíveis na Arquitetura Global da Transição Energética”, trouxe perspectivas sobre o potencial estratégico dos biocombustíveis para países em desenvolvimento. Na sequência, “Mineração e a Nova Geopolítica da Transição Energética” foi dedicado a falar sobre a descarbonização do setor e sobre como o Brasil pode fortalecer sua posição nesse contexto. Além da plenária, a programação contou ainda com workshops para conectar especialistas e convidados. Juntos, puderam explorar caminhos práticos de implementação e colaboração.
Arunabha Ghosh, enviado especial da região do Sul da Ásia para a COP30, resumiu o sentimento compartilhado por muitas nações: “Nos países em desenvolvimento estamos por conta própria. O jeito é fazer acontecer, com os recursos que temos e até onde o nosso braço alcança.”
Nigel Topping, CMG, Campeão de Alto Nível da COP26, reforçou a relevância da atuação brasileira no processo: “Foi a primeira vez que a presidência da COP afirmou que negociações são importantes, mas implementação e economia são igualmente importantes.”
A programação reforçou que a transição energética depende de cooperação, visão estratégica e ação conjunta. É nessa direção que a C.A.S.E. | Climate Action Solutions & Engagement atua diariamente.
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O sexto dia da Casa C.A.S.E. na COP30 Brazil aprofundou debates sobre Transição Justa, reunindo especialistas nacionais e internacionais para discutir como preparar trabalhadores, comunidades e territórios para uma transformação que é ao mesmo tempo climática, econômica e social.
Foi destacado o desenvolvimento da economia verde, que exige soluções profundamente conectadas ao contexto local e especificidades das comunidades. “O engajamento só terá sucesso se for adaptado às vulnerabilidades e às necessidades das pessoas”, afirmou Harsh Vijay Singh, reforçando que diálogos, pesquisa e colaboração são pilares essenciais para a construção de uma transição equitativa.
Como preparar as pessoas para a economia verde, tendo como pilares a educação e a formação profissional, também foi tema de um dos painéis. Ana Inoue lembrou que 86% dos jovens brasileiros estão na educação pública e que “o Brasil é excelente em oferecer soluções educacionais, mas não consegue ter muitos projetos para gerar escala”.
Caio Andrade Cesar 🏳️🌈 destacou que a qualificação da mão de obra é urgente diante da velocidade da transformação tecnológica e das barreiras de acesso, especialmente à conectividade.
A perspectiva social também pautou as discussões. Para Gabriela Rozman, a transição ambiental exige justiça social e novas competências, abrindo espaço para oportunidades de trabalho que conciliem competitividade, inclusão e dignidade.
Ao longo do dia, experiências concretas mostraram como empresas e comunidades já estão ampliando resiliência, diversificação econômica e proteção social, provas de que a transição climática só será possível quando ninguém ficar para trás.
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