Com o avanço dos ônibus movidos a energia limpa, o Brasil começa a consolidar um ecossistema de mobilidade mais sustentável — do investimento público à inovação industrial.
Nosso
desafio
No Brasil, o transporte terrestre representa 11,9% das emissões, segundo dados do World Resources Institute (WRI). Globalmente, o setor de transporte como um todo – incluindo os modais terrestre, aéreo e marítimo – é responsável por cerca de 23% das emissões de CO₂ relacionadas à energia, segundo o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). Um ônibus urbano com capacidade para 70 passageiros emite cerca de 126 kg de CO₂ ao percorrer 100 km.
O projeto
Investir em soluções modernas e eficientes de transporte contribui diretamente para a descarbonização do setor e melhora a qualidade de vida nas cidades. A urgência no desenvolvimento de soluções para diminuir a dependência do setor em combustíveis fósseis impulsiona investimentos e discussões importantes. Desde 2019, a Marcopolo desenvolve ônibus 100% elétricos e, desde 2022, produz o modelo Attivi Integral com chassi e carroceria próprios para atender aos mercados nacional e internacional.

Resultados
concretos
A Marcopolo tem mais de 1.000 veículos sustentáveis – elétricos, movidos a biocombustível e híbridos – em operação no Brasil e no exterior, com carrocerias próprias ou desenvolvidas em parceria. Desses, mais de 269 veículos já estão em circulação no país.
Descarbonização do transporte coletivo
Transporte coletivo como solução climática
Integração entre inovação e impacto social
Conteúdo multimídia
Nesta galeria, reunimos registros que ilustram a relação entre desenvolvimento e preservação ambiental.
Palavras-chave:
Transporte coletivo, sustentável, sustentabilidade, mobilidade urbana, ônibus, carbono zero, descarbonização, transporte, cidades, CO2, ônibus elétricos, ônibus híbridos, biocombustível, etanol, biometano, Marcopolo, Attivi Integral, Torino Híbrido, Volare, CNT, BNDES, Brasil, São Paulo, mobilidade, ODS 11, políticas públicas, ruas.